Ansiedade e alimentação: como interferem na saúde emocional?

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De acordo com dados fornecidos pela Organização Mundial de Saúde em junho em 2019, o povo brasileiro é o mais ansioso de todo o planeta. Cerca de 18 milhões de pessoas sofrem com esse problema tão sério e prejudicial para a qualidade de vida, o que poucos sabem é a relação direta entre ansiedade e alimentação.

Cada vez mais, pesquisadores e especialistas descobrem uma ligação entre o que consumimos diariamente e o surgimento, ou diminuição, dos sintomas da ansiedade. Embora esse seja um problema bastante completo e que demanda abordagens diferentes, os cuidados com a nutrição não podem ser deixados de lado nesse contexto.

Mas afinal, qual é essa relação? Como podemos utilizar a alimentação para aumentar a qualidade de vida de pessoas que convivem com a ansiedade em seu dia a dia? A seguir, conversaremos sobre esse assunto de modo mais aprofundado. Boa leitura!

O que é a ansiedade?

Conhecemos esse termo como uma emoção comum dos seres humanos, não é mesmo? No entanto, assim como a depressão, o transtorno de ansiedade também é um problema psicológico que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.

Há muitas causas para esse problema, ainda, sendo estudadas por especialistas ao redor do mundo. Ademais, há tipos de ansiedade que podem ser divididas em situações mais específicas ou na TAG, o transtorno de ansiedade generalizada.

Como ela pode ser prejudicial para o organismo?

Seus principais sintomas incluem o aceleramento de batimentos cardíacos e da respiração, a dificuldade em realizar atividades cotidianas, problemas de concentração e muito mais. Isso afeta diretamente o sistema digestório e causa desequilíbrios no organismo por conta do estresse constante.

A liberação contínua de glicose na corrente sanguínea, por exemplo, pode fazer com que haja um descontrole em seus níveis no corpo. Um problema comum é a produção excessiva de hormônios e a mudança dos padrões de sono e alimentação.

Qual é a relação estabelecida entre ansiedade e alimentação?

O que comemos em nosso dia a dia também influencia para o agravamento ou para a melhora dos sintomas da ansiedade: alimentos muito processados ou cheios de açúcar, podem piorar as ocorrências, enquanto opções naturais e nutritivas tendem a diminuí-las.

Outra relação está no ganho ou perda de peso. A ansiedade pode tanto aumentar o apetite do paciente quanto diminuí-lo, assim como fazê-lo desenvolver compulsões com alimentos pouco saudáveis. Além disso, causa um sério desequilíbrio hormonal, contribuindo, por exemplo, para o desenvolvimento da obesidade.

Como podemos atenuar os sintomas da ansiedade com a dieta?

Para melhorar a vida de quem lida com a ansiedade e diminuir os sintomas e efeitos negativos dessa doença para o organismo, incluindo no âmbito gastrointestinal, é fundamental saber a forma correta de se alimentar. Esse aprendizado deve sempre ser feito com o acompanhamento de um médico ou nutricionista.

No entanto, de modo geral, buscar uma alimentação equilibrada e nutritiva é essencial para manter a qualidade de vida desses indivíduos. Pratos coloridos e cheios de opções naturais, com poucos alimentos industrializados, gordurosos ou açucarados, fazer mastigação lenta e manter uma rotina de atividades físicas são ótimas ferramentas para ajudar com o tratamento da ansiedade.

Agora que você já sabe a relação entre ansiedade e alimentação, além de conhecer esses aspectos, cuide da sua dieta com o auxílio de um profissional! Os cuidados com a saúde emocional são fundamentais para garantir a qualidade de vida e o bem-estar de todo o organismo.

Quer conhecer um pouco mais sobre a importância da nutrição para a nossa saúde? Confira o artigo que postamos sobre a relação entre as doenças gastrointestinais e a alimentação. Boa leitura!

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