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Quais são os sintomas do apêndice inflamado? O que fazer para tratar? Quais são as causas?

setembro 18, 2018
Tempo de leitura 3 min

Sabia que o que você considera uma simples dor abdominal pode ser sinal de uma inflamação no apêndice — a temida apendicite aguda? Nesse caso, se o paciente não receber tratamento imediato, o órgão pode romper e ocasionar uma grave infecção generalizada com grandes consequências.

Nem todas as vezes que sentimos algum incômodo ou dor nos preocupamos em procurar atendimento médico. Acontece que essa postura não é a mais correta e pode nos trazer problemas muito maiores. Para ficar atento a isso, conheça os principais sintomas dessa doença, suas formas de tratamento e o que fazer caso ocorra com você ou alguém próximo!

Dor abdominal: sinal de apendicite aguda?

Nem sempre a dor abdominal é indício de apendicite, mas por ser uma condição que requer intervenção médica imediata, conhecer suas características é importante para não confundir com outras doenças gástricas menos graves e, dessa forma, não deixar de buscar ajuda.

Esse órgão fica junto ao intestino grosso e pode sofrer um processo inflamatório, quando isso acontece, sua primeira manifestação é um desconforto na parte alta abdome e depois se desloca para o lado direito, na parte baixa.

Quais os principais sintomas?

A dor abdominal causada pela apendicite aguda tende a sofrer mudanças na localização e intensidade no decorrer de sua evolução, que dura entre 12 a 18 horas. Conforme a inflamação do apêndice aumenta, a dor pode passar para a parte de baixo da região abdominal. Junto a isso, a pessoa que está com apendicite também apresenta:

  • redução do apetite;
  • febre baixa;
  • náuseas;
  • vômito.

Um aspecto muito importante e que é preciso ficar atento é o desaparecimento da dor junto à melhora repentina dos sintomas. Quando chegam nesse estágio, muitas pessoas simplesmente acreditam não terem nada de mais grave e descartam a possibilidade de comparecer a um médico.

Acontece que esse é um sinal de que o apêndice possivelmente se rompeu, o que torna o quadro ainda mais perigoso. Com sua ruptura, a cavidade abdominal é infectada. Os sintomas citados anteriormente voltam ainda mais fortes — inclusive a dor —, especialmente quando a pessoa tosse ou caminha, e vêm acompanhados de outros, que incluem:

  • febre alta;
  • calafrios;
  • diarreia;
  • constipação.

Como é o tratamento?

O único tratamento para a apendicite aguda é a retirada da porção inflamada, que só pode ser feita de maneira cirúrgica — é a chamada apendicectomia. Isso não causa nenhum problema futuro ao paciente, já que as funções do apêndice não são indispensáveis para o organismo. Dessa forma, é possível retomar as atividades normais tão logo haja melhora e alta hospitalar.

A apendicectomia pode ser feita de duas formas: a tradicional e a laparoscópica. Na primeira, é feita uma incisão no abdome e o paciente precisará de um tempo maior para se recuperar. A segunda é uma técnica menos invasiva e que contribui para a recuperação mais rápida do paciente, já que são feitos 3 pequenos cortes e a cirurgia é conduzida com o auxílio de uma microcâmera.

Quais são as causas?

Não há uma causa específica que contribua para o desenvolvimento da apendicite aguda. Entretanto, a obstrução do apêndice pela gordura das fezes, ou uma infecção gastrointestinal causada por um vírus, são os motivos mais comuns. Também não existe forma de prevenção, já que todos estão sujeitos a um processo inflamatório.

Viu como é importante saber diferenciar uma dor abdominal rotineira de uma característica de apendicite? Esse conhecimento faz com que você procure a atendimento médico brevemente e restabeleça sua rotina quanto antes.

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